terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O Abraço


Mês meio turbulento. Não por causa das festividades, pois não gosto muito de certas datas comemorativas, mas enfim...
Ninguém lembra mesmo meu aniversário (Heheheh...), e espero que continuem não lembrando... Não ligo mais pra isso. E a preguiça e o tédio estão me matando (que dramático D': Kkkkk...)...
Não quis passar esse mês, que nada tem de especial pra mim, sem postar, por isso resolvi, por questões de honra, postar esse poema... Escrito em 2005-2006 e revisado agora.


O Abraço

O Sangue, que corre pelas veias
Pelas veias de todos corre
Como a morte que tece suas teias
À todos acolhe

E assim o mundo morre
Por isso, amigo, olhe!
A dor
Que não escolhe cor

Afaga todos com sua torturante
Presença
Executando, de cada um, cada sentença.

Pobre ignorante
Aquele que não enxerga o que faço
Pois não morreríamos calmos no calor de um abraço?

Filipe Umbrae